“ Eu cortei os meus cabelos, esfreguei meus olhos e sujei meu rosto e mãos de maquiagem. Minha voz está esganiçada... de tanto soluçar, chorar. As lágrimas não param de escorrer. São lágrimas negras de rímel, que vão descendo e sujando toda a pia. A garganta dói, sinto muita raiva, muito ódio...Incompreensível, incompreendida. É melhor estar só. Isso diminui bastante a ocorrência de eventos infortunados. Não era disso que eu reclamava tanto quando era pequena? Pois então, teimei e tentei não estar só. Não cometo mais esse erro.”
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